terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Lil Wayne é nomeado como rapper do ano pela Billboard

O líder da Young Money, Lil Wayne, terminará o ano de 2011 com o título de melhor artista R&B/Hip-Hop da Billboard. O rapper teve um grande ano, graças ao álbum Tha Carter IV, que vendeu quase um milhão de cópias em sua semana de estreia.

Weezy também emplacou quatro hits no topo das paradas, além de ter conquistado expressivas vinte e quatro entradas nas paradas R&B/Hip-Hop no ano de 2011.

Os números fenomenais não param por aí. Lil Wayne foi um dos artistas que mais excursionou neste ano. Ele fez cerca de 69 shows em arenas, se apresentando para um público de 712.000 pessoas e faturando cerca de US$ 46.300.000.

O sucesso alcançado pela Young Money não se restringe apenas a Lil Wayne. Nicki Minaj ficou com o segundo lugar na lista de melhores artistas R&B/Hip-Hop da Billboard. Seu álbum Pink Friday passou seis semanas no topo da parada de álbuns R&B, além de ter gerado seis singles no Top 10.

Pedro Dom - Venus (Beat tape) (2011)

De julho de 2010 até o tempo presente foram três trabalhos como beatmaker, “A História do Homem que Sonhava Ser Grande” em 2010, “Mudei Minha Vida” e “Sentidos e Percepções” ambos este ano, fazendo de 2011 um ano bem produtivo.

Já pensando em 2012 Pedro DOM lança “Venus”, uma beat-tape inspirada no “Venus Project”, onde o desenhista industrial e engenheiro social Jacque Fresco projeta uma nova sociedade e propõe um novo modelo econômico baseado em recursos.

“Venus” tem a intenção de mostrar a identidade, os estudos de harmonia e improvisação, além de um pedaço da vida do beatmaker que convida os emcees, Nego Léo, Zudizilla, Cachola, Tio Scooby, Zillasonoro e os beatmakers Rodrigo Piá e Djalma Gautama para participar deste trabalho.

Produtores com Flyng Lotus, Mad Lib e Parteum servem de inspiração para que Pedro DOM faça seus beats e dê seus passos para construir uma carreira sólida em cima disso. Baixe, curta e espalhe “Venus” pelo universo, ajudando a música a fazer efeito curativo nessa sociedade doente que Jacque Fresco e “DOM” projetam mudar.





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Allen Halloween-Concerto Torres Novas


Reks - Rhythmatic Eternal King Supreme (2011)

1. 25th Hour (Prod. by DJ Premier)
02. Thin Line (Prod. by Pete Rock)
03. Limelight (Prod. by Nottz)
04. Kill Em (Prod. by Sean C & LV)
05. This Or That (Prod. by Statik Selektah)
06. Why Cry feat. Styles P (Prod. by The Alchemist)
07. Face Off feat. Termanology (Prod. by Sha Money XL)
08. The Wonder Years (Prod. by Hi-Tek)
09. This Is Me feat. DJ Corbet (Prod. by Mike Frey)
10. Mr. Nobody (Prod. by Statik Selektah)
11. The Underdog (Prod. by Blaze P)
12. U Know feat. Freeway (Prod. by Hi-Tek)
13. Cigarettes feat. Lil Fame & Atticabarz (Prod. by Fizzy Womack)
14. Mascara (The Ugly Truth) (Prod. by Statik Selektah)
15. Like A Star (Prod. by Statik Selektah)
16. Self Titled (Prod. by Statik Selektah) [Bonus Track]





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MADKUTZ-ROBOT :DOWNLOAD ALBUM EP






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Proibido Ouvir Isso, Primeiras Impressões… [Parte 1]

No dia 10 de Dezembro, o MCK convidou Bloggers para ouvirem o seu 3º álbum de estúdio, o tão aguardado “Proibido Ouvir Isso” que será comercializado no dia 18 de Dezembro na praça da independência (Luanda) e em outras províncias em simultâneo.

Primeiro deixar aqui uma nota a elogiar o MCK pela(s) iniciativa(s), uma vez que ele venderá o álbum também em pen drives, para aqueles (como eu) que não fazem questão de ter os discos.

Voltando à outra iniciativa do “Katro”, convidar elementos que conhecessem (de alguma forma) a cultura Hip Hop para avaliarem o seu trabalho e darem a conhecer ao público com mais propriedade. Geralmente, as conferências de imprensa são usadas para tal efeito, mas, para reduzir o formalismo, houve uma conversa aberta, com a explicação de cada uma das músicas do “Proibido ouvir isso”.

Depois de descrever o processo de preparação para a disponibilização do álbum, que foi todo concebido pela Masta K, passamos ao momento esperado, pegar uma das cópias e ouvir o produto proibido.

1. Fogo Amigo: Produzida por Flagelo Urbano, contém uma pequena explicação sobre o que se encontrará no álbum, um intro + música de uma assentada.

2. 5 anos de Ausência: Produzida por Boni, é uma das músicas que está disponível aqui no blog, quem já ouviu pode tirar as suas conclusões.

3. Por Detrás do Pano com Beto de Almeida e Ângela Ferrão: Outra música que já circula pela web e toca nas rádios pelo país. O detalhe é a adição da Voz de Ângela Ferrão… Baixem aqui.

4. Teologia da Prosperidade: Produzida por Boni, com um sample (muito bem conseguido) da Cassiane (Cantora gospel Brasileira). Frase marcante: Eles querem mais que o dizimo

5. Nomes, Rimas e Palavras: Produzida por Sam The Kid, é uma das 3 músicas promocionais que mostra o lado interventivo do MCK, com um puzzle muito bem montado a mostrar o que aconteceu em Angola nos últimos anos.


6. Nzala com Paulo Flores: A primeira coisa que perguntei foi o significado em Português, de pronto tive a respostas: Nzala = Fome. Instrumental do, conhecido, Conductor, uma música com muitos elementos acústicos que combinam e dão uma grande harmonia


7. Kamama ou Kuzu, com Bruno M.
Confesso que essa música foi a que mais esperei para ouvir, claro, fiquei curioso: Bruno M. Numa altura em que muito de fala da fusão Rap/Kuduro, MCK teve a coragem de trazer um Kudurista para o seu álbum, como está a música? Terão de esperar para ouvir ( surpresa)

sábado, 10 de dezembro de 2011

Jay-Z quebra recorde de Ludacris e Lil Wayne no Top 10

Jay-Z é o artista do Hip-Hop com mais músicas no Top 10 da parada americana de singles. O rapper conseguiu o feito com o single Niggas In Paris, que é parte integrante do álbum colaborativo que lançou com Kanye West, Watch the Throne.

Niggas In Paris pulou da décima quinta para a oitava posição da parada americana de singles. Esse é o décimo oitavo single do 'Hova' a ocupar o Top 10.

Lil Wayne e Ludacris, com dezessete singles no Top 10 cada, eram os recordistas até então.



Em noticia relacionada, apesar da recepção positiva da faixa Murder To Excelence do Jigga com o Ye muitos também não ficaram satisfeito com a faixa e um deles é o ativista Fred Hampton Jr filho de Fred Hampton que foi um pantera negra na década de 70. Fred expressão sua frustração com a letra do Jigga “Eu nasci no dia que o Fred Hampton morreu” Coincidentemente o Jigga nasceu no mesmo dia. “Por que ele tinha que dizer isto?” Pergunta Fred Hampton Jr.
“Fred Hampton não morreu!” Disse Fred Jr. “Ele foi assassinado é como o seu professor falar em uma sala de aula que Cristóvão Colombo descobriu a America.” Mais tarde ele passou a chamar Jay-Z de Slave-Z questionando seus motivos na canção.”