domingo, 15 de maio de 2011

Prodigy fala sobre os seus primeiros dias na prisão e ajuda de Tony Yayo

Passaram dois meses desde que o membro dos Mobb Deep saiu da prisão a que foi condenado por sentença de posse de armas. Prodigy explica que não teve medo de ir para a prisão apesar de ser a sua primeira vez. O rapper afirmou que amigos de infância e membros da sua família já passaram algum tempo atrás das grades e que a chave para lidar com a sentença era estar mentalmente preparado para o que iria acontecer.

“Quando fui para a prisão, foi uma nova experiência para mim porque nunca fui preso. A maior parte dos meus amigos já passou por isso. Ouvi muita coisa ao longo dos anos. O meu pai, está entre prisões federais e estatais, por isso, ouvi falar muito disto por ele. Eu estava simplesmente tipo ‘Tá certo, agora é a minha vez, por isso vou ter de lidar com o assunto’. Eu estava mentalmente preparado para tudo isso. Eu já tinha a mente aberta. De hotéis de seis estrelas, viajar á volta do mundo, as groupies e de toda a agitação, eu fui para uma prisão, sem nada dessas coisas. Por isso, eu estava preparado mentalmente para isso, tipo ‘Indiferente, vou ter de ser preso por um pouco, vou voltar’”.

P disse ainda que seus companheiros e guardas tratavam-no com nada mais do que amor e respeito. O rapper chegou a dizer que o seu colaborador Tony Yayo o ajudou ao enviar a palavra de que o afiliado da G-Unit tinha chegado.

“Quando fui condenado, estavam niggas de Queens aqui mesmo.” Disse Prodigy “Aqui mesmo, assim que eu caminhava, eu via muitos dos meus niggas da G-Unit que já estavam presos. Os niggas trouxeram-me comida, snacks e coisas do género, estavam tipo ‘Yo, Tony Yayo disse que estava chegando, aqui tem, você é legal’. Na maior parte das vezes, era tudo amor, 99% amor. Iria dizer que faltava um por cento… Quando eu caminhava no pátio ou assim, havia um cara que esperava por mim para dizer algo tipo ‘Yo, G-Unot’ (G-U-Not [Gangsta, você não é] ou alguma treta dessas. Essa foi a única coisa com que lidei que pudesse dar ódio ou algum problema… além disso, foi só amor.”

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